Ficava imaginando percorrer aquele caminho maravilhoso à bordo da Tudda, fazendo parte daquele lindo comboio e vivenciando emoções únicas. Após nossa parada para o almoço em Paraty, correria pelas ruas históricas compraria as lembranças mais lindas que pudessem simbolizar aqueles momentos. Os dias passavam e e junto com as boas perspectiva aumentava a ansiedade e o pânico de não realizar meu sonho. Para afastar qualquer possibilidade de quebra, pedi ao mecânico que trocasse a corrente de comano que já estava gasta e fazia um ruído semelhante a um liquidificador típico dos anos sessenta. Nova tentativa no Controlar e minha moto foi reprovada. Levei-a de volta para oficina e sugeri que verificassem o que estava causando aquela fumaça. Se a sujeira do escape era resultado de uma reação química envolvendo combustão na certa o mecânico deveria conhecer algum produto que eliminasse esses resíduos.
" Fique tranquila! Eu vou fazer uns ajustes e a moto vai passar bonito na inspeção !", garantiu o mecânico . Mais uma vez a Tudda foi retirada da oficina . O Pirata levou- a ao Controlar e mais uma vez ela foi reprovada.Minha esperança de fazer a viagem com ela diminuía à proporção que a irritação e a ansiedade aumentavam. Novamente , encosto a moto e vou trabalhar de condução.
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