Kleov ao Vento
Vez e voz para o motociclista. Motos, triciclos,moda, estilo de vida , dicas , acessórios e tudo mais que torna nosso Universo cada vez mais interessante
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sábado, 8 de outubro de 2011
Melhor calar...
Apesar dos esforços do Luciano e da corrida desenfreada contra o tempo, não consegui licenciar a moto a tempo de ir para Angra com ela.O nível de exigências do Controlar está cada vez maior, assim como o prazo da liberação do documento e o tempo do processamento dos dados no sistema....
Os valores máximos de gases tolerados numa moto são:
Coc (%.vol) 7,00
HCc (p.p.m) 3500
Fator diluição máximo 2,50
Com o uso do DPR 60, foram atingidos os seguintes índices ( conforme cópia do comprovante mostrada acima)
Coc(% vol.) 0,59
HCc(p.p.m) 75
Fator diluição máximo1,19
Índices esses , segundo o Luciano que ficou absolutamente surpreso, conseguidos por motos novinhas.
Empolgada com os resultados , eu entrei no site da RADNAQ e ví que eles oferecem produtos interessantes a preços muito bons.
A RADNAQ é uma linha automotiva mas tem ótimo desempenho em motos. Luciano ficou tão motivado com a experiência da Tudda que não hesitou em usar o PRO LONG, numa CB 400 , ano 1982, cujo motor estava cansado e queimando óleo. Segundo o proprietário- feliz- a moto está desempenhando muito bem.
Parece que, finalmente, as motos mais velhinhas terão um novo alento.
Vale ainda lembrar que o óleo utilizado no motor da moto faz muita diferença. Os óleos de origem mineral contribuem de forma mais acentuada para a carbonização do que os óleos sintéticos e semi- sintéticos. É preferível pagar um pouco mais por um produto que ofereça mais proteção ao motor.
E isso aí! Pesquisas, leituras e a torca de idéias com bons profissionais resultam em melhor aproveitamento de recursos e economia para você e o meio ambiente.
Coc (%.vol) 7,00
HCc (p.p.m) 3500
Fator diluição máximo 2,50
Com o uso do DPR 60, foram atingidos os seguintes índices ( conforme cópia do comprovante mostrada acima)
Coc(% vol.) 0,59
HCc(p.p.m) 75
Fator diluição máximo1,19
Índices esses , segundo o Luciano que ficou absolutamente surpreso, conseguidos por motos novinhas.
Empolgada com os resultados , eu entrei no site da RADNAQ e ví que eles oferecem produtos interessantes a preços muito bons.
A RADNAQ é uma linha automotiva mas tem ótimo desempenho em motos. Luciano ficou tão motivado com a experiência da Tudda que não hesitou em usar o PRO LONG, numa CB 400 , ano 1982, cujo motor estava cansado e queimando óleo. Segundo o proprietário- feliz- a moto está desempenhando muito bem.
Parece que, finalmente, as motos mais velhinhas terão um novo alento.
Vale ainda lembrar que o óleo utilizado no motor da moto faz muita diferença. Os óleos de origem mineral contribuem de forma mais acentuada para a carbonização do que os óleos sintéticos e semi- sintéticos. É preferível pagar um pouco mais por um produto que ofereça mais proteção ao motor.
E isso aí! Pesquisas, leituras e a torca de idéias com bons profissionais resultam em melhor aproveitamento de recursos e economia para você e o meio ambiente.
Para evitar mais aborrecimentos, esforços extremados dos amigos e prejuízo ao bolso, resolvi continuar as pesquisas sobre carbonização. Anotei dicas interessantes como por exemplo descarbonizar escapamentos de motos off-road. Basta aquecer o cano de escape com um maçarico a gás e depois dar umas pancadas para que os carvões de carbono se desprendam. Os elementos anti-ruídos, que costumam acumular muitos resíduos , devem ser substituídos. Em alguns casos pode-se até usar lã térmica , isolantes de fogão e geladeira, para que o nível de ruído da moto mantenha-se de acordo com a legislação brasileira de trânsito. Terminado o procedimento é só pintar o escape novamente. Para outros tipos de moto, com canos cromados ou de inox não se recomenda a queima por motivos óbvios.
Anotei outra dica: fazer uma solução de 200 g de bicarbonato de sódio diluídos em três litros de água, colocá-la no escapamento . Para que a mistura permaneça lá por vinte e quatro horas ( tempo estimado para a ação),dependendo do tipo de cano , pode se fechar a saída com uma batata. Para a Tudda serviria um rabanete ou uma cenoura pequena. Ecológica e economicamente falando, a solução de bicarbonato com água é ótima. O problema está em encontrar a leguminosa ou rolha adequada para cada modelo de escapamento. O Luciano mostrou-se solídário e interessado no problema Enquanto eu pesquisava na web ele fazia contatos com amigos e outros mecânicos.
Sugeriram-lhe que fizesse uma mistura de gasolina com limpa-alumínio. Ele aplicou, deu uma pausa de vinte minutos e recolocou o escapamento. A Tudda então, transformou-se em uma moto de artilharia arremessando a acada acelerada, vários fragmentos de carvão, mas continuou a emitir aquela irritante fumacinha cinzenta. Ele pensou em reaplicar a mistura, mas foi desaconselhado , pelo fato dela ser muito corrosiva. Continuou buscando informações até chegar, por recomendação de um amigo,ao produto que efetivamente removeu doze anos de acúmulos no escapamento da minha moto:o multi-uso DRP-60 da RADNAQ.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
O resfriamento do conjunto,feito através da mistura de ar com o combustível , é prejudicado. As peças
das áreas super aquecidas são seriamente danificadas. Foi exatamente um superaquecimento que atrapalhou nossa volta de Artur Nogueira, em abril desse ano. Eu fui tão bem, a mais de cem, entre lindas Harley- Davidson e amigos que quero bem. Deu até rima! Foi , literalmente, um momento poético!
No retorno,, em intervalos cada vez menores a Tudda apresentava uma brusca perda de potência . Em certos momentos eu estivesse andando por exemplo a 90km/h , numa média de três ou quatro segundos, ocorria uma desaceleração , como se algo estivesse amarrando a moto, e a velocidade caia para 60/55 km/h. Um enorme perigo para quem estava trafegando numa rodovia movimentada e cheia de caminhões e carretas. Após a terceira parada, incluindo a do almoço,feita num intervalo maior de tempo, achei que a moto se resfriaria, mas não foi o que aconteceu. Decidí atender a sugestão dos irmãozinhos para seguir viagem no carro do Vicente,juntamente com a Karina, musa do Zero-Meia., pois ele e o Gilló revezaram-se bravamente para empurrar a Tudda com o pé por cerca de oitenta quilômetros.Enquanto um pilotava minha moto, o outro , com o pé no alforje, a bordo da moto do Zero-Meia empurrava.
Nunca vou esquecer tamanha dedicação e generosidade!
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